
Sesc Belo Jardim realiza Festival de Artes Lagoa do Capim 2021
Programação conta com atividades gratuitas que vão até 27 de novembro

Foto: Assessoria de Imprensa
Começa ontem, no Sesc Belo Jardim, o Festival de Artes Lagoa do Capim 2021, reunindo diversas linguagens artísticas, além de ações de fruição e de formação. A programação vai até o dia 27 na unidade do Sesc Ler e em outros pontos da cidade. Todas as ações são gratuitas e o cronograma completo pode ser conferido no site do Sesc Pernambuco (http://sescpe.org.br).
Este ano, o Festival de Artes Lagoa do Capim reúne diversas ações de cultura do Sesc Ler: exposição na Galeria de Artes, atividades formativas do Laboratório de Autoria Literária Gilvan Lemos, Mostra de Música Vavá Vieira, Mostra de Música Leão do Norte e a própria Mostra Lagoa do Capim. “Será a reafirmação das políticas desenvolvidas nas ações destes projetos em 12 dias com oficinas artísticas, rodas de conversa, espetáculos teatrais, ensaios e concertos musicais, leituras dramatizadas e lançamento de livros”, explica Juvêncio Amâncio Júnior, professor de Artes do Sesc Ler Belo Jardim.
O público pode conferir as exposições Bulbos; a Oficina de Artes Integradas; os espetáculos “No Rastro do Encanto”, “Uma História com Mil Robôs Macacos” e “Num Reino Cor de Burro Quando Foge”, todos do Coletivo Poeira, também da cidade; e o espetáculo online “Maré”, do Coletivo Grão de Teatro”, pelo Youtube.
Haverá ainda o lançamento do livro “Substrato e outros Poemas”, do escritor belo-jardinense Robervânio Luciano, e do livreto virtual “Oitivas Afetivas”, produzido pelo Núcleo de Pesquisa e Experimentação em Literatura do Sesc Ler Belo Jardim. O poeta David Biriguy fará Leituras Dramatizadas. Na linguagem Música, as atrações são o concerto “Violão pesqueirense”, com Renan Melo, e o concerto “Violão Brasileiro”, com Mirael Lima. O grupo Brazuca Transcription realiza a Oficina de “Improvisação Musical”.
A roda de conversa “Memória e Patrimônio Belo-jardinense” contará com a participação do músico All Souza e da historiadora Bernardina Araújo, com mediação de David Biriguy. E na comunidade do Barro Branco, o tema “O Quilombo e o Pertencimento Afrocentrado” será debatido por Elaine Lima, desse quilombo, e José Carlos, do Quilombo do Castainho, de Garanhuns.
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