A taxa de desemprego no país voltou a crescer, chegando a 5,8% no trimestre encerrado em abril. Os dados revelam 6,3 milhões de pessoas em busca de trabalho no trimestre, um total de 471 mil pessoas a mais do que o registrado entre janeiro e março deste ano.
A taxa de subutilização e o percentual de desalentados mostraram estabilidade, enquanto a taxa de informalidade reduziu nessa mesma comparação. Em relação ao rendimento real habitual de todos os trabalhadores, esse se manteve no patamar recorde de R$ 3.732.
No trimestre encerrado em março, a população ocupada foi de 102 milhões de pessoas e registrou queda de 0,3%. O nível da comparação, que mede o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 58,4%. O número representa uma redução de 0,3 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior.
Segundo o IBGE, embora tenha registrado perda de ocupação na comparação trimestral, o mercado de trabalho segue com um nível elevado de ocupação quando comparado com anos anteriores da série histórica. Ainda na comparação com o trimestre anterior, a população desalentada mostrou estabilidade – 2,6 milhões de pessoas estão desempregadas e desistiram de procurar emprego. Já a taxa de informalidade caiu de 37,5% para 37,2% da população.
Esses são dados da pesquisa PNAD Contínua Mensal, que avalia o desemprego no Brasil.




